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Como vender mais utilizando Facebook Ads? – Parte 2

Reflexão dia - Cenouras, ovos e café




 Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.   

Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.

Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.

Logo as panelas começaram a ferver. Numa ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.

 A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.

 Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e colocou-as numa tigela. Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela. Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara.

 Virando-se para ela, perguntou:

 – Querida, o que você está vendo?

 – Cenouras, ovos e café - ela respondeu.

 Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.

Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.

 Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

 Ela perguntou humildemente:

 – O que isto significa, pai?



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 Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.

Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.

O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.

 – Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.

 Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?

 Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?

"Não existe melhor ensino do que a adversidade." - Disraeli




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O QUE EXISTE DO OUTRO LADO DE UM BURACO NEGRO


Imagine o colapso de uma enorme estrela em uma singularidade gravitacional. Um objeto com tanta massa, comprimido tão fortemente, que nada, nem mesmo a própria luz pode escapar de suas garras. Não é surpresa que esses objetos tenham capturado nossa imaginação. Mas ainda temos mais perguntas do que respostas sobre os buracos negros, afinal, quem nunca quis saber o que existe do outro lado de um buraco negro.






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7 ROBÔS QUE VOCÊ NUNCA OUVIU FALAR


Com o avanço da tecnologia é inevitável que robôs comecem a surgir e substituir algumas atividades humanas né? Mas você já imaginou em ter um robô que literalmente cozinha tudo que você tiver vontade?? Ou quem sabe um robô com inteligência artificial suficiente pra bater um papo de mas 2 horas com você... Achou meio futurista??


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O SEGREDO DO OLHO QUE TUDO VE – OLHO DE HÓRUS + (DELE ALLI)


O SEGREDO DO OLHO QUE TUDO VE – OLHO DE HÓRUS + (DELE ALLI) - O Olho de Hórus também chamado de Udyat tem sido um símbolo que aparece em muitas lendas do antigo Egito. Um símbolo cheios de mistérios e enigmas que servia como proteção e conexão com as estrelas para descobrir o oculto. Enigmas em forma de linhas e uma fórmula matemática oculta e, por outro lado, também a representação da Glândula Pineal. Quais são os mistérios do Olho de Hórus? Porque os chamados illuminati usavam o olho de Hórus em toda sua simbologia?







10 VEZES EM QUE O MUNDO QUASE ACABOU



Hoje na História: 1883 - Erupção vulcânica explode ilha de Krakatoa:
Pequena ilha indonésia foi destruída em dois terços e tornou-se importante fonte de estudos geológicos

Em 27 de agosto de 1883, uma violenta erupção vulcânica destruiu dois terços da pequena ilha de Krakatoa, cujo arquipélago de mesmo nome se situa entre as ilhas de Java e Sumatra, as duas maiores porções de terra que compõem a Indonésia. O fenômeno natural, provocado pelo vulcão na montanha de Perboewatan, provocou diversos tsunamis e matou 36.417 pessoas. É considerada por muitos especialistas como a explosão vulcânica mais violenta da História moderna.



A série de erupções começou um dia antes, em 26 de agosto. A sucessão de erupções durou 22 horas.



A explosão da erupção é considerada o estrondo mais alto já escutado na história moderna, podendo ser ouvida a 4.800 km de seu ponto de origem. Foi escutada nas ilhas Rodrigues , pertencente ao arquipélago de Maurício, na porção africana do Oceano Índico, a ponto de assustar a população local. Também foi escutada em partes da Austrália, Filipinas e Índia. As ondas de choque decorrentes da explosão foram registradas em barógrafos de todo o mundo. Ela também ejetou 21 quilômetros cúbicos de rocha, poeira e pedras pome.



As causas sobre a violência da explosão fazem parte de uma polêmica dividida em quatro teorias divergentes. Os especialistas contemporâneos afirmam que o vulcão afundou no mar na manhã do dia 27, deixando a água inundar a câmara magmática e causou uma série de explosões freato-magmáticas massivas. A segunda afirma que a água do mar, sem necessariamente entrar em contato com o magma, teria esfriado, provocando o efeito de uma panela de pressão, liberando toda a energia acumulada em um só momento. Outra hipótese pressupõe que um enorme colapso submarino ou até mesmo um enfraquecimento parcial de repente abriu a câmara de magma muito pressurizada. E, por fim, uma mistura de magma causada  or uma infusão de súbito o magma quente para dentro da câmara de magma mais frio e mais leve.






Em 1927, a pequena ilha de Anak Krakatau (filha de Krakatoa, equivalente ao noroeste da ilha) emergiu da caldeira vulcânica causada pelo evento daquele dia. As caldeiras são estruturas de colapso sobre uma câmara de magma.



Mesmo após a explosão, o arquipélago continua a apresentar uma flora e fauna diversas, beneficiada por seu clima tropical. Atualmente, o arquipélago faz parte do parque nacional de Ujung Kulon, e pertence ao patrimônio mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas pela Educação, Ciência e Cultura). A ilha dista apenas 160 km em raio da capital indonésia Jacarta. Administrativamente, o arquipélago pertence à província de Lampung, de Sumatra.


As consequências da explosão foram terríveis. Além dos mortos, as regiões vizinhas de Banten e Lumpung ficaram devastadas, sofrendo por anos com os dejetos. Documentos de navios testemunham esqueletos flutuando em alto mar em direção à África, colados a pedras, isso um ano após a erupção.

Essa não foi a primeira vez que Krakatoa foi abalada por erupções. O fenômeno, segundo especialistas, já havia se repetido outras duas vezes: uma no século V, em 416, outra no VI, em 535.

O vulcão continua ativo, mas a possibilidade de um novo evento da mesma magnitude é considerado relativamente limitado.


A pandemia de peste negra no século XIV:

A Peste Negra foi uma pandemia, isto é, a proliferação generalizada de uma doença causada pelo bacilo Yersinia pestis, que se deu na segunda metade do século XIV, na Europa. Essa peste integrou a série de acontecimentos que contribuíram para a Crise da Baixa Idade Média, como as revoltas camponesas, a Guerra dos Cem Anos e o declínio da cavalaria medieval.

A Peste Negra tem sua origem no continente asiático, precisamente na China. Sua chegada à Europa está relacionada às caravanas de comércio que vinham da Ásia através do Mar Mediterrâneo e aportavam nas cidades costeiras europeias, como Veneza e Gênova. Calcula-se que cerca de um terço da população europeia tenha sido dizimada por conta da peste.

A propagação da doença, inicialmente, deu-se por meio de ratos e, principalmente, pulgas infectados com o bacilo, que acabava sendo transmitido às pessoas quando essas eram picadas pelas pulgas – em cujo sistema digestivo a bactéria da peste se multiplicava. Num estágio mais avançado, a doença começou a se propagar por via aérea, através de espirros e gotículas. Contribuíam com a propagação da doença as precárias condições de higiene e habitação que as cidades e vilas medievais possuíam – o que oferecia condições para as infestações de ratazanas e pulgas.

Como ainda não havia um desenvolvimento satisfatório da ciência médica nesta época, não se sabia as causas da peste e tampouco os meios de tratá-la ou de sanear as cidades e vilas. A peste foi denominada “negra” por conta das afecções na pele da pessoa acometida por ela. Isto é, a doença provocava grandes manchas negras na pele, seguidas de inchaços em regiões de grande concentração de gânglios do sistema linfático, como a virilha e as axilas. Esses inchaços também eram conhecidos como “bubões”, por isso a Peste Negra também é conhecida como Peste Bubônica. A morte pela peste era dolorosa e terrível, além de rápida, pois variava de dois a cinco dias após a infecção.
“A Dança da Morte” representada em mural da Igreja de Santa Maria, Polônia

Uma das tentativas de compreensão do fenômeno mortífero da Peste Negra pode ser vista nas representações pictóricas da chamada “A dança macabra”, ou “A Dança da Morte”. As pinturas que retratavam a “dança macabra” apresentavam uma concepção nítida da inexorabilidade da morte e da putrefação do corpo. Nestas pinturas, aparecem sempre esqueletos humanos “dançando” em meio a todo tipo de pessoa, desde senhores e clérigos até artesãos e camponeses – evidenciando assim o caráter universal da morte.

Outro fenômeno da época em que se desencadeou a peste foi a atribuição da causa da moléstia aos povos estrangeiros, notadamente aos judeus. Os judeus, por não serem da Europa e por, desde a Idade Antiga, viverem em constante migração, passando por várias regiões do mundo até se instalarem nos domínios do continente europeu, acabaram por se tornarem o “bode expiatório” das multidões enfurecidas. Milhares de judeus foram mortos durante a eclosão da Peste.

Hoje em dia os surtos pandêmicos são raros, mas várias doenças, como a causada pelo vírus Ebola que se desenvolveu na região da África Subsaariana, ainda oferecem risco de pandemia para o mundo. Por isso é monitorado por centros de investigação epidemiológica internacionais.





gripe espanhola 1918:
Gripe espanhola de 1918 foi um assassino mais eficaz que a Grande Guerra:

O vírus da gripe que originou esta pandemia era do tipo A (H1N1) - CDC/AFP/Arquivos

A epidemia da gripe espanhola, que deixou 50 milhões de mortos entre 1918 e 1920, foi um assassino mais eficaz que a Primeira Guerra Mundial, com seus dez milhões de soldados mortos.

– Era espanhola? –

As origens da epidemia provavelmente não têm nada a ver com a Espanha. Mas então, por que persiste esta denominação?

Sem dúvida se deve ao segredo militar em torno à saúde dos soldados durante a Primeira Guerra Mundial, e por isso os jornais dos países beligerantes não podiam falar que havia uma epidemia que dizimava suas tropas.

Por outro lado, a imprensa podia escrever sem filtro sobre a gripe que afetava a Espanha, um país neutro onde não havia censura.

– Origens –

A origem exata da epidemia não pôde ser estabelecida com total certeza. Sabe-se que os primeiros casos detectados foram de soldados americanos no Kansas, no centro dos Estados Unidos, em março de 1918.

Desde lá, a doença teria migrado para a Europa, propagando-se junto com as tropas.

A pandemia se expandiu por todo o mundo em três ondas, a primeira na primavera boreal de 1918, que não foi tão mortífera como as duas posteriores, muito mais virulentas provavelmente porque o vírus tinha sofrido mutações, tornando-se mais agressivo.

– Vírus –

O vírus da gripe que deu origem a esta pandemia é do tipo A(H1N1), assim como o agente responsável da macroepidemia de gripe de 2009 (que deixou 18.500 mortos segundo balanço oficial da OMS e cerca de 200.000 mortos segundo duas estimações posteriores).

Estima-se que todos os vírus da gripe tipo A que circulam hoje entre os humanos são descendentes diretos ou indiretos da cepa do vírus de 1918, mas em uma versão menos virulenta.

– Jovens –

Atualmente as epidemias de gripe sazonal são especialmente perigosas para os idosos e para as crianças pequenas, enquanto a gripe espanhola afetava principalmente os jovens. Suas vítimas preferidas eram pessoas de entre 20 e 40 anos.

– Virulência –

Este vírus era perigoso sobretudo para os pulmões, já que provocava uma congestão muito grave das vias respiratórias que fazia com que os doentes se asfixiassem.

A gravidade da epidemia também se explica pelo fato de que havia uma guerra. Os movimentos de tropas ajudaram a propagação do vírus e as feridas e as privações afetaram as defesas da população.

– Impacto mundial –

Não há um balanço preciso da epidemia. Segundo cálculos antigos, esta praga causou cerca de 21 milhões de mortos. Mas estimações mais recentes situam o número em 50 milhões, depois do vírus infectar um terço da população mundial.

Os pesquisadores Niall Johnson e Juergen Mueller estimaram em 2002 que o “verdadeiro balanço” da epidemia poderia ser em torno de 100 milhões de vítimas.

Poucas regiões do mundo escaparam da pandemia. A Austrália foi um dos países menos afetados graças a uma política estrita de quarentena.

A criação, em 1922, do Comitê de Saúde e da Organização de Higiene, antepassadas da Organização Mundial da Saúde (OMS), respondeu em parte a uma vontade de combater melhor este tipo de pragas.

– Vítimas famosas –

Entre as vítimas conhecidas da gripe espanhola estão o pintor austríaco Egon Schiele, morto em 31 de outubro de 1918, o poeta francês Guillaume Apollinaire (9 de novembro de 1918) e seu compatriota e dramaturgo Edmond Rostand (2 de dezembro de 1918).

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Segunda Guerra Mundial:

A Segunda Guerra Mundial foi um conflito militar global que durou de 1939 a 1945, envolvendo a maioria das nações do mundo — incluindo todas as grandes potências — organizadas em duas alianças militares opostas: os Aliados e o Eixo. Foi a guerra mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de militares mobilizados. Em estado de "guerra total", os principais envolvidos dedicaram toda sua capacidade econômica, industrial e científica a serviço dos esforços de guerra, deixando de lado a distinção entre recursos civis e militares. Marcado por um número significante de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 a mais de 70 milhões de mortes.[1]

Geralmente considera-se o ponto inicial da guerra como sendo a invasão da Polônia pela Alemanha Nazista em 1 de setembro de 1939 e subsequentes declarações de guerra contra a Alemanha pela França e pela maioria dos países do Império Britânico e da Commonwealth. Alguns países já estavam em guerra nesta época, como Etiópia e Reino de Itália na Segunda Guerra Ítalo-Etíope e China e Japão na Segunda Guerra Sino-Japonesa.[2] Muitos dos que não se envolveram inicialmente acabaram aderindo ao conflito em resposta a eventos como a invasão da União Soviética pelos alemães e os ataques japoneses contra as forças dos Estados Unidos no Pacífico em Pearl Harbor e em colônias ultramarítimas britânicas, que resultou em declarações de guerra contra o Japão pelos Estados Unidos, Países Baixos e o Commonwealth Britânico.[3][4]

A guerra terminou com a vitória dos Aliados em 1945, alterando significativamente o alinhamento político e a estrutura social mundial. Enquanto a Organização das Nações Unidas (ONU) era estabelecida para estimular a cooperação global e evitar futuros conflitos, a União Soviética e os Estados Unidos emergiam como superpotências rivais, preparando o terreno para uma Guerra Fria que se estenderia pelos próximos quarenta e seis anos (1945-1991). Nesse ínterim, a aceitação do princípio de autodeterminação acelerou movimentos de descolonização na Ásia e na África, enquanto a Europa ocidental dava início a um movimento de recuperação econômica e integração política.

Você não vai acreditar no que encontraram morando em um vulcão



Tubarões encontrados dentro de um vulcão ativo - vivo:
Bem-vindo ao Kavachi, um vulcão localizado no sudoeste do Oceano Pacífico, nas Ilhas Salomão. Sua primeira erupção registrada foi em 1939, e a erupção mais recente ocorreu em janeiro de 2014. Além de desabafar as entranhas de fogo da Terra, Kavachi também serve como um lar para criaturas do mar, como a National Geographic relatou.

"Quando está em erupção, não há nada que possa viver lá", diz o engenheiro do oceano Brennan Phillips no vídeo abaixo. Isso é o que torna a descoberta desses animais no interior do vulcão tão desconcertante. Eles estão vivendo em um lugar onde poderiam "morrer a qualquer momento", então como eles sobrevivem? Estas são as questões que surgem depois de ver esta filmagem impressionante.

Ao longo de sua jornada de uma hora dentro do vulcão submarino, a câmera avistou três espécies: o tubarão-martelo-recortado, o tubarão sedoso e a arraia dos seis galhos.


No vídeo, Phillips reflete em descobrir que esses animais vivem em um vulcão ativo: "Eles saem? Eles têm algum tipo de sinal que está prestes a entrar em erupção? Eles explodem em pequenos pedaços?" Os pesquisadores chegaram com uma pergunta e retornaram com muitos. De acordo com Phillips, isso é o que torna este projeto tão bom.



12 PLANTAS CARNÍVORAS que devoram até animais



Dionaea muscipula, a Vênus Papa-Moscas:

Ela é uma das plantas carnívoras mais conhecidas. Serviu de inspiração para a criação da personagem Audrey II, a planta carnívora assassina do musical "A Pequena Loja dos Horrores" ("Little Shop of Horrors"), um filme produzido em 1986: é a espécie Dionaea muscipula.

Nos Estados Unidos a planta recebeu o curioso nome de Venus Flytrap (armadilha para moscas Vênus). "Armadilha para Moscas" é brm óbvio, mas de onde surgiu o 'Vênus' ? De acordo com a Sociedade Internacional de Plantas Carnívoras, a dionéia foi estudada pela primeira vez nos séculos XVII e XVIII, quando a moral da sociedade era mais puritana do que é atualmente e era um tanto obcecada pelos impulsos e pecados humanos. As mulheres, em particular, eram freqüentemente retratadas como sedutoras e ávidas pelo poder. Aparentemente, os botânicos dessa época encontraram um paralelo entre a armadilha da planta - que captura e digere insetos - com certos aspectos da anatomia e comportamento das mulheres. Dessa forma, conta a história que a planta teria recebido o nome de Vênus, a deusa pagã do amor e do dinheiro.

                a deusa Vênus pagã do amor e do dinheiro.



Planta herbácea, a Dionéia é nativa das regiões pantanosas do sudeste dos Estados Unidos. Trata-se de uma planta pequena, atinge de 10 cm a 15 de altura, que produz folhas dispostas em roseta. Suas folhas apresentam um formato peculiar de armadilha - divida em dois lóbulos, como uma mandíbula com 15 a 20 longas estruturas em forma “dentes” nas bordas. O pecíolo apresenta formato achatado, de cor verde e tem a função de sustentar a mandíbula e fazer a fotossíntese. 

Na parte interna da armadilha, de coloração vermelha, a planta produz néctar para atrair os insetos. É ali que também ficam os pêlos sensitivos, cuja importante missão é detectar a presença do inseto possibilitando a ação da armadilha: em uma fração de segundos a armadilha se fecha e o inseto aprisionado começa a ser digerido lentamente. A estrutura é tão complexa que é necessário que pelo menos dois pêlos sensitivos sejam acionados sucessivamente em um curto espaço de tempo para que a armadilha funcione. Existe uma razão essencial para a existência deste mecanismo: ele evita que a planta gaste energia com o fechamento da armadilha à toa, como com uma gota de chuva, por exemplo.



Depois que a armadilha se fecha, em seu interior, glândulas especiais  começam a produzir enzimas digestivas. Terminada a digestão da presa, a armadilha lentamente vai abrindo, sendo possível visualizar alguns restos do banquete. A digestão dura cerca de 10 dias. Este processo pode acontecer cerca de 3 vezes com cada armadilha. Depois disso, elas são substituídas por novas folhas.
A floração da planta acontece na primavera, quando surgem pequenas e delicadas flores brancas.


A dionéia deve ser cultivada sob bastante luminosidade, em substrato preparado à base de musgo esfagno, turfa e perlita, levemente ácido e mantido constantemente úmido. Não é recomendado o cultivo em terra e nem é necessário fazer adubações, pois há o risco de intoxicar a planta. Além disso, resista à tentação de alimentá-la: jamais coloque pedacinhos de carne ou insetos mortos, deixe que ela mesmo capture suas presas. Alguns especialistas indicam que é possível dar uma forcinha para a dionéia colocando perto dela uma banana ou pedacinho de maçã para atrair mosquinhas. Mas sem neurose se ela não caçar nada, pois ela não depende apenas disso para viver.

A água das regas deve ser livre de cloro - para eliminá-lo basta deixar a água em descanso por 48 horas. Outra opção é usar água mineral ou da chuva. As dionéias são capazes de tolerar encharcamentos, mas detestam secas. Outro detalhe importante: evite ficar brincando com as armadilhas, fazendo-as fechar à toa pois, como já foi dito lá em cima, a planta gasta muita energia para abrir e fechar a armadilha. 

Detalhes:
Objetos inanimados como pedras, galhos e folhas que caiam na armadilha ou objetos que sejam colocados lá de propósito (enfiar um lápis ou palito dentro da armadilha só para vê-la fechar !!), não se movimentarão, logo não dispararão os pêlos sensitivos. Se não houver estímulo adicional do pêlo, a armadilha permanece em seu estado parcialmente fechado até que a tensão possa ser restabelecida nas folhas da armadilha. Esse processo demora cerca de 12 horas, ao final das quais as folhas voltam a se abrir. O objeto não desejado cai assim que a folha reabre ou é retirado da armadilha pelo vento.

FICHA DA PLANTA:
Nome Científico: Dionaea muscipula
Nomes Populares: Dionéia, Dionea, Vênus-papa-moscas, Vênus-caça-moscas
Família: Droseraceae
Categoria: Plantas Carnívoras
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: América do Norte, Estados Unidos
Altura: até 10 a 15 cm
Luminosidade: alta
Ciclo de Vida: Perene


Os Segredos da drosera spatulata:

A Planta em Destaque desta semana é a Drosera Capensis, em inglês, é mais conhecida como Cape Sundew. É uma planta pequena em forma de roseta, nativa do Cabo da Boa Esperança, lá no sul de África. É uma planta carnívora que passa facilmente despercebida como tal. Devido ao seu tamanho e à enorme quantidade de sementes que produz, é das Droseras mais fáceis de cultivar, mas também é considerada uma praga e uma erva daninha, pelo mesmo motivo.

As suas folhas medem por volta de 3,5 cm de comprimento e têm de largura 0,5 cm. Estas possuem tentáculos finos que segregam uma substância pegajosa, denominada de mucilagem, que ajuda a aprisionar artrópodes. Os insectos são atraídos para as folhas e quando entram em contacto com estas gotas proteicas, não conseguem fugir. Depois, a folha começa a enrolar, colocando ainda mais glândulas gástricas em contacto com a presa. Este movimento é relativamente rápido durando cerca de 30 min. Podem observar no video abaixo:


A Drosera Capensis apresenta várias sub-espécies que apresentam diferentes colorações das suas pétalas ou dos seus tentáculos. Também podem apresentar diferente formas de folhas.


Nepenthes rajah:

Planta 'carnívora' na verdade só come fezes de pequenos mamíferos

Imaginava-se que a ‘Nepenthes rajah’ ingeria musaranhos e ratos.
Espécie nativa de Bornéu atrai os bichos para servir como privada.

A maior planta carnívora da Terra não foi desenhada para almoçar pequenos animais e sim para comer suas fezes. A descoberta um tanto desconcertante ocorre 150 anos depois da descoberta pelos botânicos da espécie Nepenthes rajah, nativa da região montanhosa de Bornéu, na Indonésia.

Cai um mito - Botânicos demoraram um século e meio para perceber que a planta carnívora não come mamíferos. O cardápio é outro (crédito: Eric in SF - flickr)

Em forma de jarro, a planta tem uma embocadura do tamanho exato do corpo de musaranhos-da-árvore (Tupaia glis). Mas a entrada não tem diâmetro suficiente para engolir os bichos, eis a verdade. O mesmo vale para ratos.

Um lugar para aliviar suas necessidades - Musaranhos, como o da foto acima, eram vistos como vítimas preferenciais da temida planta carnívora 'Nepenthes rajah'. Na verdade, eles vão lá para fazer cocô (ainda por cima sob efeito de um néctar agradável, cortesia da planta) (Foto: Mehgan Murphy, Smithsonian’s National Zoo)

Diante das limitações de design, a N. rajah contenta-se em usar um néctar agradável para atrair os musaranhos. Aí sim: a “privada” natural tem a abertura perfeita para coletar os dejetos do mamífero.


Detalhes da descoberta, noticiada pelo site BBC Earth News, foram publicados no periódico científico “New Phytologist”.



Além de cocô, a dieta da N. rajah é rica em formigas e aranhas, que fornecem nitrogênio e fósforo para seu organismo. Seu reservatório (o local onde ficaria a água da privada, mal comparando) chega a comportar 2 litros de um 




utricularia inflata:

Utricularia inflata , vulgarmente conhecida como a bexiga inchada , a bexiga inflada , ou a grande bexiga flutuante , é uma grande planta carnívora aquática suspensa que pertence ao gênero Utricularia . É uma planta perene que é nativa das planícies costeiras do sudeste dos Estados Unidos. Frequentemente tem sido confundido com U. radiata , que é similar mas menor que U. inflata . Desde 1980, a U. inflataFoi relatado que existem em locais além de sua extensão tradicional, como as Montanhas Adirondack, em Nova York, no sudeste de Massachusetts e no estado de Washington. Estudos sobre as populações nos Adirondacks sugerem que a introdução de U. inflata em um local onde ela é naturalizada pode levar à química alterada de sedimentos, reduzindo a produtividade primária líquida de espécies nativas. Ele também é listado pelo estado de Washington como uma espécie problemática por causa do denso hábito de formação da esteira desta Utricularia aquática . É uma das poucas plantas carnívoras que podem ser invasoras.


Descrição:
U. inflata é uma das maiores espécies aquáticas suspensas do gênero Utricularia . Como todo o Utricularia aquático , U. inflatanão tem raízes ou folhas verdadeiras. Os estolões filiformes são o "caule" vegetativo principal da planta e podem ter até um metro de comprimento ou mais, mas têm apenas 1 a 2 mm de espessura. Os estolões são glabrosos com 1-5 cm entre divisões ramificadas. Ocasionalmente, os estolões produzem brotações de ar flutuantes na superfície da água e órgãos semelhantes a tubérculos no substrato. Suas estruturas filiformes parecidas com folhas parecem ser ramificações adicionais do stolon principal e são estruturas minúsculas, semelhantes a filamentos, que não são folhas verdadeiras, embora a terminologia seja frequentemente contestada entre especialistas. As estruturas das folhas são numerosas e têm de 2 a 18 cm de comprimento, originando-se da base do estolão em dois segmentos primários e desiguais, que são posteriormente divididos extensivamente em segmentos adicionais. As armadilhas ovóides pedidas, com 1 a 3 mm de comprimento,
Em sua área nativa, U. inflata , uma espécie perene, pode começar a florescer em janeiro e pode continuar até junho. Nesta fase de seu crescimento, ele produz as características morfológicas mais visíveis e visíveis da espécie: uma espiral flutuante de estruturas esponjosas na superfície da água que suportam as inflorescências, muitas vezes chamadas de "flutuação". U. inflatanormalmente produz 6 a 8 raios no flutuador (às vezes entre 5 e 10), com cada raio de 3 a 10 cm de comprimento e até 8 mm de largura. A metade apical dos raios possui numerosos segmentos semelhantes a folhas, dicotomicamente ramificados, que também podem possuir algumas armadilhas. As inflorescências eretas de 20 a 50 cm de comprimento são produzidas a partir do centro da espiral flutuante e geralmente são solitárias ou possuem pouquíssimos escapos para cada volta. Uma planta individual pode produzir várias espirais e inflorescências, mas elas são tipicamente distantes umas das outras. As inflorescências produzem 9-14 (às vezes 4-17) flores com lobos de cálice desiguais, de 3 a 5 mm de comprimento. A corola inteira pode ter 2-2,5 cm de comprimento e é amarela brilhante com veias de cor marrom no esporão e marcas marrons no lobo da corola inferior.
Esta espécie possui um número cromossômico diplóide de 2n = 18 para a forma mais comum e 2n = 36 para as populações tetraplóides maiores. A "raça" tetraplóide maior, como Peter Taylor a chamou, pode ser duas vezes maior que a espécie diploide comum. Populações desta raça foram localizadas na Flórida.


darlingtonia californica:

A Darlingtonia californica é uma planta californiana de jarro, é uma espécie de planta carnívora e é a única espécie existente no género Darlingtonia. Conseguem habitar solos ultrabásicos, mas encontram-se principalmente em terrenos pobres em nutrientes como os pântanos. É uma planta nativa da Califórnia e Oregon, nos EUA.

Chama-se também “cobra lily” devido à sua aparência tubular e folha bifurcada que faz relembrar a língua de uma cobra. É uma planta de difícil cultivo sendo necessário mimetizar ao pormenor as condições do seu habitat. Ainda não se sabe muito sobre o seu método de polinização.

É na parte descendente onde se encontra a água onde caem os insectos aprisionados.

Devido ao ambiente pobre em nutrientes em que vive, a Darlingtonia californica obtêm o azoto que precisa através dos insectos que captura. O água do jarro contêm microorganismos simbióticos e enzimas proteolíticas que degradam os insectos que aqui caem. A quantidade de água é regulada pela própria planta que liberta ou absorve água proveniente das raízes. Assim, a água da armadilha não é proveniente da água da chuva. As células da planta que absorvem os nutrientes presentes no jarro são iguais às células que se encontram nas raízes da planta.

                  Cultivo desta espécie carnívora

A armadilha desta espécie é muito eficaz visto que o jarro encontra-se normalmente cheio de restos de insectos. Para além de possuírem secreções lubrificantes e pêlos especializados que impedem os insectos do fugir da armadilha, a planta mascara o buraco de entrada para os insectos presos não conseguirem fugir. As presas que entram pela abertura do jarro  ficam confusas com os padrões de luz translúcidos nas paredes do jarro (que se parecem com saídas). Após várias tentativas de fugas por estas falsas saídas, os insectos acabam-se por cansar e caem no cemitério aquático que se encontra no fundo do jarro.


pinguicula gigantea:

Pinguicula gigantea:
Espécie:Pinguicula gigantea
Altitude:688m 
Reino:Plantae
Filo:Magnoliophyta
Classe:Magnoliopsida
Ordem:Lamiales
Familia:Lentibulariaceae
Gênero:Pinguicula

Descrição:
A Pinguicula gigantea é uma espécie pertencente ao gênero Pinguicula descoberta no ano de 1993 por Alfred Lau, sendo descrita como espécie no ano de 1995 por Hans Luhrs. Também conhecida como P.ayautla, a espécie é endêmica do México e encontrada no estado de Oaxaca, próxima a vila indígena de Ayautla. Como o próprio nome da espécie diz, ela forma folhas de tamanho grande, as maiores do gênero. Curiosamente, as folhas produzem mucilagem em ambas as faces, característica também encontrada em P.longifolia subsp. longifolia e em P.agnata. São descritos dois cultivares de P.gigantea: Um com flores brancas e um com flores azuis.


Habitat:




Como mostrado na imagem de seu habitat, ela pode crescer em solos úmidos e rochosos, porém há populações que crescem em solo ácido, próximas à turfeiras.

Ficha de cultivo básico da espécie:
Cultivo:
De cultivo fácil, é uma planta bem adaptável à várias condições de cultivo.

Clima:
É uma planta que cresce em áreas quentes, porém cresce bem também no frio. Temperaturas entre 5ºC à 35ºC são toleráveis. Essa espécie de pinguicula em natureza passa por um período seco que seria referente à dormência e um período úmido, porém em cultivo, passa sem problemas por esse período mais seco. Ao contrário de muitas pinguiculas, essa espécie não produz uma roseta de inverno, folhas carnívoras são produzidas durante todo o ano. O que pode acontecer no inverno é a diminuição do tamanho das folhas.

Luz:
Luz solar indireta somente. Mantenha a planta em um ambiente bem iluminado. A espécie se mostra bem intolerante no que se diz respeito à insolação.

Regas:
Mantenha o substrato úmido, porém não muito encharcado.

Vasos:
Vasos plásticos são os mais recomendados: Prefira os vasos com um grande tamanho em diâmetro, para que a planta tenha espaço para suas folhas. Não há necessidade de serem fundos, visto que o sistema radicular da planta não é extenso.

Substrato:
Um substrato composto por 60% de areia e 40% de esfagno bem picado tem mostrado bons resultados.

Alimentação:
Atrai seu alimento sozinha, não havendo necessidade de ser alimentada manualmente.

Propagação:
Sementes e por folhas. A propagação por folhas mostra bastante sucesso em meu cultivo. Uma maneira que encontrei de fazer isso é colocar as folhas dentro de um recipiente com algum substrato úmido e vedar a boca do recipiente com plástico filme, onde faço furos e deixo em um local bem claro. A propagação por folhas pode ser feita o ano inteiro sem problema algum. Dê preferência as folhas mais novas, pois a possibilidade de sucesso é bem maior.